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quarta-feira, 13 de abril de 2011

O "PUM" DE FÁTIMA BERNARDES NO JORNAL NACIONAL

Vendo um programa de TV sobre o mundo virtual e a força da internet, gostaria de continuar falando a respeito dessa liberdade criativa oferecida pelos blogs e pelo Youtube e o conhecimento amador da Wikipedia que estão igualando o mundo.
Percebemos que a web está assumindo os contornos do que é a cultura, muito embora não seja a cura para a natureza humana, mas uma ampliação dela, do bom e do ruim.
Esse recurso nos torna abertos e livres no sentido de liberdade e descentralização. Há alguns anos atrás quem poderia aparecer nas telinhas? Apenas homens e mulheres famosos pelo que eram, tinham ou pelo que faziam. Nos tempos atuais, qualquer um, adepto do bem ou do mal, pode criar algo atrativo, útil ou banal, que edifique ou não e chamar a atenção atraindo olhares do mundo todo, e se tornar celebridade da noite para o dia. Se vai aguentar o peso da fama, aí já são outros quinhentos.
E não adianta fechar, colonizar ou controlar a web, pois a tecnologia abrirá novas fronteiras. É um espaço de inovação perpetua. Ninguém pode pará-la, mas precisamos cuidá-la.
Esta revolução virtual é um grande desafio de responsabilidade, e uma oportunidade importante.
O título da matéria de hoje nos remete aquilo que a maioria procura e busca nos sites, ou seja, se satisfazer com a ridicularidade dos outros. Já fui moralista, no sentido pejorativo da palavra, e hoje sou moderado e tenho bom senso, portanto não quero aqui criticar a atitude de quem, utilizando de flagrantes de um dos jornais televisivos mais visto no país, exceto por mim, assim o faz para chamar a atenção dos navegantes da rede. São várias as situações, muitas delas, não verdadeiras, mas juntando às que são, nada de proveito trás para quem as vê, apenas uma atitudes de zombaria, risos e gozação.
Em todo caso, se quem postou as situações constrangedoras optasse por postar algo que pudesse formar e informar, o acesso seria ínfimo.
Daí que os detentores dos meios de comunicação, parte para aquilo, que mesmo desinformando, banalizando e empobrecendo culturalmente telespectadores, lhes chame a atenção. Isso da "ibope" que por sua vez encarece os espaços cedidos para os patrocinadores, que também querem vender seu produto ou idéia, e toda essa cadeia alimenta o sistema. Diga-se de passagem que alguém deverá se responsabiliazar por tudo aquilo que o sistema faz ou deixa de fazer. O futuro será o nosso juiz. Agora, o problema não está na internet, o problema está na pessoa que desde pequena é moldada e educada para receber sem questionar aquilo que passa pela cabeça da elite dominante visando apenas o poder e a riqueza.
De qualquer maneira, ricos ou pobres, letrados ou não, tem a seus pés, aquilo que antes só era possível a quem tinha este mesmo poder, fama e riqueza. Então, vamor reverter a situação?. Vamos usar a internet somente para coisas boas que eduquem e edifiquem?. Eu estou fazendo a minha parte.

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